Subindo para as Nuvens – Como iniciar a essa jornada de forma segura e eficiente

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Embora pareça um conceito futurista, o “armazenamento em nuvem” não é sequer novo assim. O termo foi utilizado pela primeira vez em 1997, pelo professor de sistemas de informação Ramnath Chellappa, em palestra realizada em Dallas, mas o conceito da “computação em nuvem” nasceu muito antes disso: em 1960, quando John McCarthy previu um mundo conectado.

No entanto, sua popularização tem pouco menos de uma década, quando no livro “A Grande Mudança (CARR, Nicholas – 2005), Nicholas Carr alertou sobre mudanças sociais e tecnológicas que explicam o maior interesse em economia de tempo e espaço.

Em outras palavras, a união entre a necessidade de acesso mais rápido a arquivos – em qualquer lugar – aliada aos avanços tecnológicos que permitam isso. Ágil e seguro, o armazenamento em nuvem não se trata do futuro, mas do presente. E quem ainda não utiliza tais benefícios pode se considerar no passado. Armazenar arquivos em mídias físicas está longe de ser a melhor maneira de guardar suas informações. Tão pouco a forma mais ágil de acessá-las e compartilhar com colegas de trabalho, amigos e familiares, desde arquivos importantes do trabalho às fotos e vídeos pessoais. Basta uma conexão à internet e pronto: adeus aos dispositivos físicos como HDs externos, computadores, tablets e smartphones propensos a avarias, roubo ou perda.

Tão fácil quanto armazenar deve ser a forma de acesso: além de edições online, a nuvem permite que você faça upload e download dos arquivos, em computadores, tablets ou smartphones, de onde você estiver, desde que você esteja conectado. Para quem lidera uma empresa e deseja fazer a migração do armazenamento físico para a nuvem deve, antes escolher entre as três opções: a primeira delas é para dados não estruturados e que podem ser armazenados em uma nuvem pública; em contrapartida, o armazenamento em uma nuvem privada permite a proteção pelo firewall da empresa para maior controle das informações; por último, a nuvem híbrida é uma mescla dos dois armazenamentos e garante maior flexibilidade, podendo ser compartilhada, parcialmente, com terceiros.

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